Dados de entrada
Cada palpite de partida parte de um snapshot estruturado montado no momento do SSG:
- Metadados da partida: horário de início, estádio, definição de mandante/visitante, liga, rodada.
- Forma recente de cada lado (últimos 5 jogos, ponderados pela proximidade).
- Histórico de confrontos diretos entre os dois clubes nos últimos encontros.
- Divisão casa/fora — como cada equipe rende em casa frente a fora nesta temporada.
- Distribuições de probabilidade sobre vitória/empate/derrota, gols esperados e mercados de mais/menos.
Para contexto sobre essa métrica, veja Expected goals.
Modelos
Os palpites são produzidos por um conjunto de grandes modelos de linguagem que consomem os dados estruturados acima e geram uma distribuição de probabilidade calibrada mais um curto parágrafo de raciocínio.
Nenhum modelo decide um palpite sozinho. O pipeline agrega as saídas de vários modelos e recorre à fonte mais bem calibrada se um candidato divergir além de um limite configurado. Para o modelo probabilístico subjacente, veja Poisson distribution.
Calibração
A confiança do palpite é calibrada com resultados históricos, não com a certeza interna do modelo. Uma probabilidade de vitória do mandante de 60% significa que o modelo acerta cerca de 60% das vezes em partidas semelhantes — não que o mandante vai vencer. Para o conceito estatístico, veja Calibration (statistics).
Limites conhecidos
O futebol tem uma variância irredutível. O modelo não enxerga lesões, suspensões ou notícias de escalação de última hora a menos que esses sinais estejam presentes nos seus dados de entrada. Os palpites são melhor lidos junto às notícias atuais, não como substituto delas.
